Desmascarando os Chalés Bunkers

Desmascarando os Chalés Bunkers

22/07/2019 10:00

Os bunkers militares na Suíça eram um segredo militar, até que, em 2004 esse segredo foi revelado. Muitos moradores não tinham ideia que, na aldeia em que cresceram, haviam chalés que eram na verdade bunkers.

As persianas, cortinas de rendas, vigas tradicionais dos chalés suíços, tudo isso continha nos chalés, mas o mais estranho era que os vidros não refletiam a luz do sol e, quando se chega mais perto de uma dessas construções, o chalé se parece estreito demais. Esse era um bunker militar.

 

Esses bunkers foram projetados para enganar o olho humano a uns 20 metros de distância e foram construídos pelo exército suíço e equipados com espaços para lançar granadas de mão.

 

 

Era importante que esses bunkers se misturassem no cenário local das aldeias. Então, designers foram especialmente contratado para executarem essas construções, dando um toque realista. Alguns dos chalés faziam parte da linha de defesa da Segunda Guerra chamada de "Linha Promenthouse",ou também chamada de "Toblerone Line", por causa da forma dos blocos de concreto usados, os quais eram parecidos com a marca de chocolate. 

Totalmente fortificada e militarizada, com paredes de 7 pés de espessura, diz-se que até mesmo as casas foram construídas com banheiros que tinham buracos nas paredes para lançamento de granadas.

Contudo, após a publicação do livro de Christian Schwager, um fotógrafo suíço, esses chalés bunkers se tornaram público. No ano de 2006, a Villa Rose foi restaurada e aberta ao público, mas muitos dos bunkers não estão mais em uso e estão se deteriorando, infelizmente. Estima-se que há pelo menos 250 bunkers. 

Fonte: History Daily

 

Gostou? Compartilhe!


Fique por dentro de tudo! Siga-nos no Facebook Twitter Instagram  e se inscreva no nosso canal no Youtube!!

Também temos um grupo de discussão sobre as Guerras no Facebook.Se você tem algum post, foto, vídeo, curiosidades sobre as Guerras, não deixe de compartilhar conosco!!

 https://www.facebook.com/groups/1828285280803861/

 

 

Por Juliana Hembecker Hubert